Entre sujeito e objeto não há relação alguma segundo o PRINCÍPIO DA RAZÃO.
A lei da causalidade precede a intuição e a experiência (não podendo destas ser deduzida).
[A relação] sujeito e objeto é condição primeira e precede a qualquer experiência, e precede também ao PRINCÍPIO DA RAZÃO.
"Meu ensaio sobre o PRINCÍPIO DA RAZÃO intenta expor [que:] o [seu] conteúdo é a forma essencial de todo objeto e precede a ele como tal, ou seja, é a maneira universal de todo ser-objeto: mas, desse modo, o objeto pressupõe [sempre] o sujeito como seu correlato necessário: sujeito que permanece sempre fora do domínio de validade do referido princípio".
A lei da causalidade precede a intuição e a experiência (não podendo destas ser deduzida).
[A relação] sujeito e objeto é condição primeira e precede a qualquer experiência, e precede também ao PRINCÍPIO DA RAZÃO.
"Meu ensaio sobre o PRINCÍPIO DA RAZÃO intenta expor [que:] o [seu] conteúdo é a forma essencial de todo objeto e precede a ele como tal, ou seja, é a maneira universal de todo ser-objeto: mas, desse modo, o objeto pressupõe [sempre] o sujeito como seu correlato necessário: sujeito que permanece sempre fora do domínio de validade do referido princípio".
- O OBJETO e a REPRESENTAÇÂO DO OBJETO são uma única e mesma coisa.
- O SER dos objetos intuitíveis é precisamente o seu FAZER-EFEITO.
"O mundo intuído no espaço e no tempo e que dá sinal de si como causalidade pura é perfeitamente real, sendo no todo aquilo que anuncia de si - e ele se anuncia por completo e francamente como representação, ligada conforme a lei da causalidade. Trata-se da realidade empírica do mundo".
"O único critério seguro para diferenciar o sonho da realidade não é outro senão o inteiramente empírico do despertar, através do qual, com certeza, a conexão causal entre os acontecimentos sonhados e os da vida desperta são sensível e expressamente rompidos".
"Que é este mundo intuitivo tirante o fato de ser minha representação? Por acaso é aquilo de que estou consciente só como representação, ou é como o meu próprio corpo, do qual estou duplamente consciente, de um lado como REPRESENTAÇÃO, de outro como VONTADE?".
"O único critério seguro para diferenciar o sonho da realidade não é outro senão o inteiramente empírico do despertar, através do qual, com certeza, a conexão causal entre os acontecimentos sonhados e os da vida desperta são sensível e expressamente rompidos".
"Que é este mundo intuitivo tirante o fato de ser minha representação? Por acaso é aquilo de que estou consciente só como representação, ou é como o meu próprio corpo, do qual estou duplamente consciente, de um lado como REPRESENTAÇÃO, de outro como VONTADE?".
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